sexta-feira, 29 de agosto de 2014

SALÕES DE BELEZA, DEVERES E OS DIREITOS DO CONSUMIDOR

Toda mulher já passou por problemas com cabelos e unhas, mas algumas dicas ajudam a evitá-los ou saná-los.
A recepcionista Sheyla Vannuchi queria um corte de cabelo diferente. Saiu do salão de beleza se sentindo tudo, menos bela. “Eu pedi para desfiarem as pontas, saí com o cabelo tosado, parecia um cachorro”. Depois da experiência, ela teve de fazer um corte chanel, muito mais curto do que o pretendido inicialmente, mas não pagou pelo serviço quando expressou sua insatisfação.

Ao tingir os cabelo em um salão, a jornalista Vanessa Souza se viu com duas metades da cabeça com cores diferentes. Não era a tentativa de radicalizar no visual, mas um acidente do cabelereiro. A jornalista pagou pelo serviço, corrigiu o problema em casa, mas nunca mais voltou ao lugar. “Eles perderam uma cliente”, diz Vanessa, que fez questão de divulgar para os conhecidos a qualidade do serviço do salão.

Acidentes como os de Sheyla e Vanessa provavelmente já aconteceram com a maioria das mulheres. Outra prática frequente nos salões é a cobrança de escova após o corte, muitas vezes sem que a consumidora seja informada de que o serviço será cobrado.

O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) orienta a quem passa por esse tipo de problema e a quem pretende evitar dores de cabeça na hora de arrumar os cabelos ou unhas.

No caso das tinturas e outras químicas, é recomendável conhecer algumas referências do estabelecimento. Observe, por exemplo, se o salão está habilitado a fazer o procedimento que procura e se os produtos e equipamentos são de qualidade. Além disso, é necessário conversar com o profissional sobre suas reais necessidades e sobre qual sua ideia de resultado final do procedimento. Tudo isso pode evitar surpresas desagradáveis.

"O consumidor deve ser previamente informado acerca do serviço que será realizado. As informações devem ser corretas, claras, precisas e devem abranger todas as características do serviço, inclusive o preço. Portanto, o consumidor deve ser informado se o estabelecimento comercial tiver a prática de individualizar preços de lavagem, tintura, corte e secagem dos cabelos", afirma a advogada do Idec, Mariana Alves. "No caso de omissão pelo salão de beleza, o consumidor pode se recusar a pagar pelos serviços cujo preço não foi informado previamente", completa.



Como evitar problemas no salão?

Para evitar resultados insatisfatórios, alguns cuidados podem ser tomados, especialmente com as químicas em geral que, se mal realizadas, podem causar não apenas danos ao cabelo, mas também à saúde, como queimaduras e processos alérgicos. Segundo a gerente do salão de beleza Requinte, Taluana Ribeiro, alguns cuidados podem evitar problemas, como:
 
  • Conversar antes com o profissional responsável pelo procedimento, saber quais são os produtos utilizados por ele e as técnicas com as quais trabalha;
  • O profissional deve avaliar os cabelos antes de qualquer tratamento, química ou corte, para saber se o cabelo está apto a tal procedimento;
  • A cliente deve relatar possíveis processos anteriores pelos quais o cabelo já possa ter passado, como químicas, tinturas e hábitos diários de cuidados com as madeixas, como os produtos que utiliza e a freqüência no uso de secadores e chapinhas

  • Para se defender após os acidentes

    Para poder reivindicar os direitos é importante solicitar o recibo para o cada serviço prestado no salão. "Caso haja a necessidade de entrar com ação, o consumidor deve fazer prova de suas alegações mediante fotografias, testemunhas e cupons fiscais, pois apesar do CDC prever que é o fornecedor que deve provar que não causou danos à cliente (inversão do ônus da prova), este tipo de prova colabora bastante para o êxito da ação", destacou Mariana Alves.

    Entretanto, antes de procurar a Justiça, é recomendável tentar resolver a questão no próprio estabelecimento. Tratamentos de cortesia podem ser oferecidos pelo salão, na tentativa de minimizar os danos ao cliente. Se essa alternativa de solução do problema não for satisfatória, o próximo passo é registar uma reclamação no Procon da sua cidade. Se ainda assim, não for possível um acordo, procure o JEC (Juizado Especial Cível).

quinta-feira, 17 de abril de 2014

TRATAMENTO PARA OLHEIRAS

Tratamentos para olheiras
Todo mundo sabe que os olhos são a janela da alma. Mas, quando eles estão emoldurados por rugas, flacidez e olheiras, eles podem refletir cansaço permanente. Se as olheiras tiverem manchas escuras também, a aparência fica pior ainda. Para entender melhor esta região, Márcio Castan, cirurgião plástico e cosmiatra, de Porto Alegre (RS), explica que as olheiras são divididas em três grupos:
  • pelo acúmulo de vasos na região das pálpebras;
  • pela pigmentação escura da pele;
  • pela atrofia e queda dos tecidos, aumentando o sulco abaixo das pálpebras.
“Eentre os fatores determinantes para o surgimento das sombras escuras há a concentração de melanina (pigmento que dá coloração à pele) sob os olhos. As causa mais comum é o próprio cansaço, falta de sono, estresse, envelhecimento, hereditariedade e exposição solar”, diz Dr. Castan.
A cura total das olheiras é quase impossível, mas há uma gama enorme de recursos para amenizá-las, que incluem desde dicas de saúde até tratamentos médicos. “Junto com algumas mudanças de hábitos, é necessário associar cremes à base de vitamina A e C, ácido mandélico e vitamina K. Quando as olheiras apresentam um fator vascular importante, as compressas vasoconstritoras (processo de contração dos vasos sanguíneos) funcionam muito bem”, indica o cirurgião.
Para adotar um tratamento propriamente específico, é imprescindível conhecer a origem do problema. Se for pelo acúmulo de vasos na região das pálpebras, o tratamento deve ser realizado através de técnicas que combatem os vasinhos, como o uso da luz pulsada (não queima) e laser. Se a causa for a pigmentação escura da pele, indica-se o uso de clareadores e peelings.
“Porém, é importante alertar que, se o problema for atrofia e queda dos tecidos, que aumenta o sulco abaixo das pálpebras, a maneira mais correta de tratar é eliminar o vale formado no local através do preenchimento que tem uma durabilidade de nove a doze meses, podendo chegar a dois anos em alguns pacientes”, afirma Dr. Castan.

Dicas para evitar as olheiras

  • Dormir no mínimo 8 horas por noite;
  • evitar esfregar os olhos;
  • mudar os hábitos alimentares, diminuindo a quantidade de sal, álcool e cafeína ingeridos ao longo dos dias;
  • abandonar o cigarro;
  • usar protetor solar.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

DESIGNER DE SOBRANCELHA


DESIGNER DE SOBRANCELHA
E HENA


Todas as sexta-ferira estamos com Designer e Sobrancelha de Hena.
Das 08:00 as 17:00 hrs.
Para atendimentos em domicilio 
falar com 
Sheila (31)8734-2109 


INSTITUTO DE BELEZA

Penélope
Distribuidora de cosméticos
(31)3530-9083
(31)9137-9071

MARQUE SEU HORÁRIO

DEPILAÇÃO


DEPILAÇÃO

Meninas estamos agora com depilação todas as sexta-feiras de 08:30 as 17:00 agendem seu horário. 


INSTITUTO DE BELEZA

Penélope
Distribuidora de cosméticos
(31)3530-9083
(31)9137-9071

MARQUE SEU HORÁRIO

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

MITOS E VERDADES SOBRE CABELOS

Mitos e verdades sobre cabelos

Existem muitos mitos à volta dos cabelos, assim como falsas ideias e crenças. Para que não restem mais dúvidas, leia aqui os nossos esclarecimentos e fique a saber tudo o que sempre quis perguntar.

Cortar os cabelos mensalmente acelera o crescimento. 


Mito: O corte serve apenas para retirar as pontas danificadas, como as pontas partidas, mas não acelera o crescimento. Independentemente do corte, os cabelos crescem cerca de 1cm por mês.

Cortar os cabelos na lua cheia aumenta o seu volume.


Mito: É uma falsa ideia, baseada nas culturas agrícolas e no princípio de que o que é bom para as plantas seria bom para os cabelos.

Lavar os cabelos diariamente apodrece a raiz. 


Mito: Lavar os cabelos ajuda a tirar a oleosidade e não interfere na queda. Os cabelos que caem na lavagem já cairiam de qualquer forma, pois já estavam em fase de queda. Não deve dormir com os cabelos úmido, pois além de poder ficar doente, provoca caspa.

A água do mar melhora a oleosidade dos cabelos. 


Verdade: O sal e o sol podem ajudar a diminuir a oleosidade. Mas atenção aos excessos.

Os cabelos crescem mais rapidamente no Verão. 


Verdade: O sol estimula a produção de algumas hormonas como a melatonina, que estimulam a estrutura capilar, acelerando o crescimento dos cabelos.

Alguns desportos danificam os cabelos.

 
Mito: Os indivíduos que tiverem tendência à queda de cabelos, terão independentemente do desporto que pratiquem. Nos que praticam natação, o uso de toucas protege o cabelo da agressão do cloro.

Deixar creme hidratante nos cabelos por várias horas melhora a hidratação.


Mito: O excesso de tempo de exposição aos cremes hidratantes aumenta a oleosidade dos cabelos, deixando-os sem brilho. O ideal é passar o creme longe da raiz e no tempo correto.

Retirar um fio de cabelo branco faz nascer dois!


Mito: Na verdade, o processo de iniciação de cabelos brancos começa com o avançar dos anos. Quando se descobre o primeiro fio branco, depara-se com vários outros que apareceriam de qualquer forma.

Os cabelos caem no pós-parto.


Verdade: É normal caírem, geralmente quatro meses depois do parto. Os cabelos entram na fase de queda, mas voltam a crescer alguns meses depois.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

DÚVIDAS A RESPEITO DO RELAXAMENTO CAPILAR




Relaxamento capilar

Dentre as muitas técnicas utilizadas para alisar os fios, o relaxamento capilar é uma das mais antigas. Com as novidades da indústria de cosméticos, esse tipo de tratamento vem ficando cada vez mais seguro e eficaz.
A seguir, todas as dúvidas a respeito do relaxamento.O que é o relaxamento capilar e como ele funciona?
O nome “relaxamento” vem do original Relaxer, que é o nome dado ao produto de origem americana que surgiu no Brasil nos anos 80 e foi se aprimorando ao longo dos anos, com fórmulas menos abrasivas e maior poder de alisamento e reparação das fibras. O procedimento consiste em alongar os cabelos, partindo dos cachos naturais e chegando ao estado liso quando for o objetivo. Normalmente estes produtos são divididos em formulações especificas para cada textura de cabelo.

Relaxamento capilar estraga ou danifica o cabelo?

Não mas, como todo produto químico, ele deve ser aplicado por um profissional qualificado, em virtude das contraindicações e métodos específicos de aplicação de cada base química.

De quanto em quanto tempo o relaxamento capilar deve ser feito? Quanto tempo dura?

A frequência de aplicação oscila de acordo com o objetivo. Para alisamentos os retoques ocorrem em intervalos de 30 a 60 dias, de acordo com o crescimento; para relaxamento os intervalos são de 60 a 90 dias, também variando de acordo com o crescimento. Os cuidados diários e produtos de manutenção têm influência direta na durabilidade.

O relaxamento capilar pode ser feito durante a gravidez/gestação ou enquanto a mulher estiver amamentando?

Não é aconselhável, devido à oscilação de proteínas e vitaminas que ocorrem no organismo durante este período. Além do fator sensibilidade, que se altera, muitos produtos são voláteis e outros possuem grande propensão a causar irritabilidade.

Relaxamento capilar ou alisamento? Qual o melhor?



A escolha deverá estar diretamente ligada ao resultado que se pretende. Muitos tipos de cachos naturais são muito pequenos e fechados e, devido à ausência de cachos com maior definição, é aconselhável o alisamento. Já nos casos em que a mulher opta pelo relaxamento, fica a facilidade usar o cabelo liso como variação, apenas fazendo uma escova. Hoje em dia surgiu mais uma variável: a texturização, que consiste em apenas soltar levemente os cachos, mantendo o volume.

Tipos de relaxamento capilar

1 – À base de amônia

É a mais antiga das Bases em uso, sendo usada em alisamentos, colorações e permanentes. Hoje conta-se com uma maior variedade de derivados (etalonamina, nanoetalonamina, trietalonamina, entre outros), cujas indicações no alisamento são para fibras de médias a grossas, além de cabelos com ondas bem abertas e pessoas que gostam de alterar a cor. Este ativo é extremamente volátil e é preciso habilidade e experiência para se chegar ao resultado desejado.

2 – À base de guanidina

O hidróxido de guanidina é uma evolução do hidróxido de cálcio, de modo que o poder de alisamento foi potencializado, tornando este composto mais indicado para este fim por ter a partida mais lenta e menor tendência a causar irritabilidade, quando comparado ao sódio.

3 – Com hidróxido de cálcio

Tem a ação mais moderada, foi criado para o couro cabeludo sensível e fibras de médias a finas. Os cabelos precisam estar muito hidratados e é necessário realizar uma reposição de lipídeos, devido ao fato de que a característica calcária proporciona uma maior perda de oleosidade natural.

4 – Com sódio

Possui maior poder de alisamento e é mais fácil para se atingir o resultado, seja ele de relaxamento ou alisamento. Tem graduação de força e é contraindicado para aplicação em cabelos com amônia e seus derivados, cabelos com descoloração e sais metálicos. Sua composição possui propriedades lipídicas que evitam o ressecamento dos fios.
Wagner Ramos é especialista em cabelos crespos e ondulados e ressalta a importância de que qualquer tratamento químico seja conduzido por um profissional capacitado, para alcançar os resultados desejados com mais eficiência e evitar danos aos cabelos.

Outra opção: Faça um relaxamento capilar natural

Para quem gostaria de investir em um tratamento desse tipo, mas tem medo de que a química danifique os fios, uma boa opção é o relaxamento capilar natural. Esse tipo de relaxamento não possui o mesmo potencial de alisamento do relaxamento químico, mas garante bons resultados de controle de volume e não prejudica as madeixas.
Para fazer o relaxamento natural à base de óleos, misture 10ml de óleo de coco natural, 15ml de óleo de amêndoa natural, 15ml de óleo de abacate natural e 10ml de óleo de argan natural. Passe a mistura no cabelo seco, deixando agir por cerca de 30 minutos. Depois lave os cabelos normalmente, com shampoo e condicionador.
Outra opção é o relaxamento natural à base de babosa. Bata em um liquidificador 2 copos de água morna, 100ml de óleo de coco ou leite de coco, 30ml de óleo de abacate puro, o sumo de duas folhas de babosa e ¼ de sabão de coco ralado. Armazene a mistura em um recipiente plástico com tampa, na geladeira. Aplique o creme com os cabelos molhados, logo após a lavagem, deixando agir por 35 minutos e enxaguando em seguida. O produto tem validade de duas semanas.


INSTITUTO DE BELEZA

Penélope
Distribuidora de cosméticos
(31)3530-9083
(31)9137-9071

MARQUE SEU HORÁRIO



quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Aprenda a cuidar de seu couro cabeludo


Aprenda a cuidar de seu couro cabeludo


O couro cabeludo é para os fios o que a terra é para as plantas: cuidar bem do "solo" garante cabelos bonitos e saudáveis. Aprenda a identificar problemas e combatê-los


Comprido, médio, curto ou curtíssimo: não importa, as mulheres adoram cabelos estilosos e bem cuidados em todas as idades e culturas. A cada mês, dezenas de novos produtos prometem fios sedosos e brilhantes. Mas não adianta pensar só nos fios.
Negligenciado por muita gente, o couro cabeludo está sempre escondido pelos cabelos, o que pode mascarar alguns problemas. “O couro cabeludo é seco ou oleoso em vários níveis. Dependendo do quão oleoso ele é, pode apresentar dermatite seborreica, que vai desde a popular caspa a coceira e vermelhidão mais intensas. Já o couro cabeludo seco pode apresentar irritação, descamação e ardência”, explica o dermatologista Jardis Volpe.
Cada tipo de couro cabeludo deve receber cuidados específicos para que fique saudável, mas é importante lembrar que nenhum produto pode mudar definitivamente a situação. “A caspa, por exemplo, é uma condição, ou seja, pode ser controlada, mas nunca vai sumir por completo”, conta Volpe.
Saber que seu couro cabeludo é oleoso é fácil, pois os fios denunciam o excesso de óleo que está sendo produzido. Saber se ele está saudável é mais complicado. “Quando não é tratado, o couro cabeludo oleoso pode ficar amarelado e com crostas, e isso deve ser observado pelo médico. Mas você pode perceber se suas raízes estão opacas e grudadas na cabeça, o que indica uma pele carente de atenção”, diz Renata Dios, especialista em cabelos do Spa Dios, em São Paulo.
Para quem está nessa categoria, Renata recomenda fugir de xampus hidratantes e com antifrizz, pois esses produtos aumentam a oleosidade. “Fora usar xampus próprios para cabelos oleosos, pessoas com esse tipo de couro cabeludo devem fazer limpezas regulares, a cada mês ou a cada 15 dias”, aconselha. Essas limpezas não são mais que a aplicação de emolientes na cabeça e o uso de uma escova para retirar os resíduos e detritos produzidos pela oleosidade. Para casos mais extremos, Volpe indica que sejam feitos peelings em intervalos de 1 mês, no mínimo.
Já as pessoas que possuem pele seca devem atentar para o extremo oposto. “No Brasil, uma a cada seis mulheres têm o couro cabeludo seco, e os cuidados com esse tipo de pele são bem diferentes”, alerta Renata. Para começar, nesses casos o condicionador deve ser aplicado também na raiz, para hidratar bastante. Máscaras naturais feitas com abacate, mel e iogurte também ajudam a revitalizar o couro cabeludo ressecado e podem ser aplicadas a cada 15 dias.
“Um outro grande aliado de quem tem couro cabeludo seco é o Bepantol, fora as aplicações de complexos vitamínicos que podem ser feitas toda semana ou a cada 15 dias”, indica Renata. Além de focar na hidratação, o portador de couro cabeludo seco deve lavar a cabeça no máximo duas vezes por semana, pois a água remove a oleosidade natural.
Uma dica válida para todos os tipos de cabelo é aplicar vinagre branco nas raízes, mecha a mecha, 10 minutos antes de entrar no chuveiro. Segundo Renata, essa tática neutraliza o pH do couro cabeludo, reduzindo descamações e secreções.
Na hora do banho, aliás, é importante atentar para a temperatura da água. Segundo o cabeleireiro Wilson Eliodório, o ideal é sempre lavar a cabeça com água fria, no máximo morna. A água quente resseca e remove mais óleo da pele e, o que faz o corpo produzir mais óleo para tentar suprir a deficiência. Com isso, tanto peles secas quanto oleosas sofrem com banhos escaldantes.
Eliodório também aponta o estresse como fator preponderante na saúde da pele. A psoríase, por exemplo, é comprovadamente associada ao estado emocional do portador. Por isso, manter um estado de espírito relaxado pode ajudar a amenizar os problemas capilares.

INSTITUTO DE BELEZA

Penélope
Distribuidora de cosméticos
(31)3530-9083
(31)9137-9071

MARQUE SEU HORÁRIO